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Na minha rotina profissional me preocupo e ocupo em ajudar pais, mães e educadores a entenderem os riscos para a integridade emocional de seus filhos e educandos quando usam rótulos para designar e descrever alguma dificuldade deste educando.
Além de constrangimento, muitas vezes ocorre humilhação e perda de confiança na própria competência desta criança com desdobramentos que podem ser desastrosos na vida deste indivíduo. Como forma de impactar sobre a percepção dos riscos destes rótulos, costumo argumentar de forma provocativa antes de explicitar os riscos e oferecer alternativas de abordagens mais adequadas.
Abaixo uma lista de afirmações que ouço e algumas provocações que faço e outras que tenho muita vontade de fazer. Espero que funcione como alerta. Onde se lê filho, pode se ler filha, aluno, neto, neta…
– Meu filho é muito mal educado.
– Quem educa mesmo?

– Meu filho é ansioso (ou tímido, ou…).
– Os meus são Gustavo e Raquel.

– Meu filho é encapetado.
– Chama um padre.

– Meu filho é uma peste.
– Resolve isto com a Vigilância Sanitária.

– Ele é meio burro.
– A outra metade?

– Não aguento meu filho.
– Põe na fila para adoção.

– Ele só existe para atrapalhar minha vida.
– Eficiente né?

– Não aprende nada.
– Não é melhor mudar quem está ensinando?

– Como eu faço para um porquinho tomar banho?
– Contrata um ser humano!

– Só escuta quando eu grito.
– Leva num Otorrino.

Claro que escuto muito mais coisas. Felizmente na quase totalidade das vezes o óbvio da resposta causa impacto no educador e propicia ótimos papos sobre abordagens que possibilitem criar pessoas mais confiantes, livres e emocionalmente integras.
Conversar, oferecer disponibilidade, ouvir com atenção e de forma receptiva, olhos nos olhos, respeitar sofrimentos e dificuldades, acreditar sempre que este educando como todo ser humano tem todos os recursos para produzir qualidade de vida.
Considere tudo isto, a não ser que você tenha planos desastrosos para seus educandos.

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